{"id":2553,"date":"2026-06-26T09:21:30","date_gmt":"2026-06-26T07:21:30","guid":{"rendered":"https:\/\/lusitanistenverband.de\/?page_id=2553"},"modified":"2026-06-26T15:14:42","modified_gmt":"2026-06-26T13:14:42","slug":"heidelberg-2027","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/lusitanistentage\/heidelberg-2027\/","title":{"rendered":"Heidelberg 2027"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"wp-block-heading\">17\u00b0 Congresso de Lusitanistas, 4.-6.10.2027, Heidelberg<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>T\u00e9cnicas culturais de estabelecimento da ordem social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma constante antropol\u00f3gica do ser humano consiste no fato de que conquistamos o acesso ao mundo que nos rodeia por meio da linguagem. Atrav\u00e9s dela, n\u00e3o apenas interagimos entre n\u00f3s mesmos e com o mundo, mas a linguagem, enquanto t\u00e9cnica cultural, tamb\u00e9m nos permite moldar uma realidade dotada de sentido. Mesmo a ci\u00eancia, aparentemente objetiva, n\u00e3o seria poss\u00edvel sem a interpreta\u00e7\u00e3o dos dados mediada pela linguagem. A linguagem e a comunica\u00e7\u00e3o s\u00e3o, portanto, essenciais tamb\u00e9m para a constru\u00e7\u00e3o da ordem social e pol\u00edtica em que vivemos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa capacidade da linguagem, que define o ser humano por excel\u00eancia, constitui o objeto das diversas disciplinas filol\u00f3gicas. Elas pesquisam a linguagem bem como os procedimentos e produtos lingu\u00edsticos no seu sentido mais amplo \u2013 simples e complexos, articulados oralmente, fixados por escrito, mas tamb\u00e9m percept\u00edveis de forma visual e t\u00e1til \u2013 como objetos de conhecimento. Por meio da an\u00e1lise da linguagem, das express\u00f5es lingu\u00edsticas, dos textos liter\u00e1rios e da comunica\u00e7\u00e3o nas redes sociais, as Ci\u00eancias Humanas filol\u00f3gicas abrem espa\u00e7os de interpreta\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o, necess\u00e1rios para compreender e questionar as a\u00e7\u00f5es, o pensamento e os modelos explicativos hist\u00f3ricos e contempor\u00e2neos. Esse processo hermen\u00eautico de interpreta\u00e7\u00e3o e de possibilitar a compreens\u00e3o \u00e9 de import\u00e2ncia fundamental para muitas vertentes das Ci\u00eancias Humanas: tratase de investigar como os artefatos linguisticamente constitu\u00eddos e os atos co-municativos geram, transmitem e transformam significados. No entanto, as Letras n\u00e3o se dedicam apenas \u00e0 hist\u00f3ria e ao desenvolvimento da linguagem, mas tamb\u00e9m \u00e0 quest\u00e3o fundamental das condi\u00e7\u00f5es para a compreens\u00e3o m\u00fatua. Elas oferecem um conjunto de t\u00e9cnicas que possibilita \u00e0s comunidades de refletirem sobre si mesmas por meio da an\u00e1lise da linguagem, das express\u00f5es lingu\u00edsticas e dos textos liter\u00e1rios. Trata-se de uma fun\u00e7\u00e3o reflexiva e, potencialmente, tamb\u00e9m cr\u00edtica, que tem se tornado mais importante do que nunca em tempos em que a l\u00f3gica da rentabilidade econ\u00f4mica nega a relev\u00e2ncia, dificilmente quantific\u00e1vel, das Ci\u00eancias Humanas.<\/p>\n\n\n\n<p>As abordagens filol\u00f3gicas da linguagem e da literatura abrangem muito mais do que as t\u00e9cnicas culturais elementares de falar, ler, escrever e traduzir. Pr\u00e1ticas mais complexas que nelas se baseiam \u2013 como analisar, editar, publicar, arquivar, catalogar, normatizar, padronizar, censurar, canonizar e ensinar \u2013 s\u00e3o atividades filol\u00f3gicas fundamentais. Enquanto t\u00e9cnicas culturais relacionadas \u00e0 linguagem e \u00e0 literatura, elas participam de forma decisiva na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e de discursos, bem como na constru\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es sociais e culturais. Ao mesmo tempo, est\u00e3o envolvidas, em muitos aspectos, na organiza\u00e7\u00e3o da ordem social \u2013 sendo, potencialmente, tanto instrumentos de intera\u00e7\u00e3o quanto de domina\u00e7\u00e3o e de emancipa\u00e7\u00e3o. \u00c9 a essa ambival\u00eancia fundamental, inerente \u00e0s t\u00e9cnicas culturais humanas da linguagem e da literatura, que pretendemos nos dedicar no \u00e2mbito do 17\u00ba Congresso de Lusitanistas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1rea de estudos liter\u00e1rios<\/strong><br>Uma concep\u00e7\u00e3o amplamente difundida da literatura \u00e9 marcada por uma perspectiva que a considera como est\u00e9tica \u201cpura\u201d, como mera fic\u00e7\u00e3o, praticamente desvinculada da realidade social. Em contrapartida, h\u00e1 uma compreens\u00e3o sociol\u00f3gico-liter\u00e1ria da literatura como um campo dentro da sociedade que, embora siga regras espec\u00edficas e relativamente aut\u00f4nomas (Bourdieu 1992), mant\u00e9m com ela uma estreita intera\u00e7\u00e3o. A partir dessa perspectiva, independentemente do seu grau de ficcionalidade, a literatura sempre pode tamb\u00e9m ser entendida como express\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais e \u2013 enquanto sistema simb\u00f3lico de representa\u00e7\u00e3o social \u2013 participa da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e de discursos. Ela possui uma fun\u00e7\u00e3o fortemente naturalizante e legitimadora: aquilo que \u00e9 representado de forma mim\u00e9tica muitas vezes parece \u201cverdadeiro\u201d e socialmente v\u00e1lido, por exemplo, quando, em textos, hierarquias sociais s\u00e3o reproduzidas de forma irrefletida \u2013 ao longo de eixos como classe, g\u00eanero, diferen\u00e7a cultural ou no curso de processos de racializa\u00e7\u00e3o. Seguindo essas reflex\u00f5es, pode-se questionar como e quando, no espa\u00e7o lus\u00f3fono, determinados procedimentos narrativos geram a ilus\u00e3o de verdade e autenticidade, autenticam discursos e objetivam o conhecimento, e em quais constela\u00e7\u00f5es a representa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria tamb\u00e9m pode exercer um efeito cr\u00edtico, ao questionar concep\u00e7\u00f5es correntes e normas sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o de saber se a literatura atua como instrumento de domina\u00e7\u00e3o ou de emancipa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se coloca no plano da produ\u00e7\u00e3o. No caso, importa analisar as condi\u00e7\u00f5es materiais de acesso, o papel das editoras como gatekeepers e as inclus\u00f5es e exclus\u00f5es da\u00ed decorrentes. Da mesma forma, devem ser examinadas as estrat\u00e9gias com que os\/as autores\/as de l\u00edngua portuguesa se posicionam num campo liter\u00e1rio global assim\u00e9trico. Esse campo lus\u00f3fono n\u00e3o \u00e9 estruturado, como Pascale Casanova supunha, por um \u00fanico centro, mas por m\u00faltiplos centros e periferias. Cabe analisar como os textos lus\u00f3fonos s\u00e3o submetidos \u00e0 l\u00f3gica econ\u00f4mica de comercializa\u00e7\u00e3o, ou com que estrat\u00e9gias refletem as rela\u00e7\u00f5es desiguais de capital \u2013 como se poderia investigar a partir do exemplo de Carolina Maria de Jesus ou de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, ou como Roberto Schwarz demonstrou no caso de Machado de Assis.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, se coloca a quest\u00e3o de at\u00e9 que ponto a literatura \u2013 embora celebrada como espa\u00e7o de express\u00e3o criativa e supostamente livre \u2013 pode ela mesma tornar-se um instrumento de opress\u00e3o, ao legitimar certos mundos sociais como \u201cnormais\u201d e ao ocultar outros. Em um n\u00edvel meta-te\u00f3rico, tamb\u00e9m seria poss\u00edvel pesquisar como as pr\u00f3prias teorias e m\u00e9todos dos estudos liter\u00e1rios estabilizam ordens sociais e acervos de conhecimento: que premissas formulam, que hie-rarquias produzem e que diferen\u00e7as e identidades postulam e naturalizam por meio de seus interesses cognitivos? Em suma, trata-se de analisar se as pr\u00e1ticas filol\u00f3gicas e as leituras por elas propostas reproduzem estruturas de poder existentes \u2013 ou se reabrem os textos como lugares de interpreta\u00e7\u00f5es conflitantes, criam novos contextos de conhecimento e, com isso, p\u00f5em em quest\u00e3o um mundo anteriormente naturalizado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1rea de lingu\u00edstica<\/strong><br>Do ponto de vista lingu\u00edstico, o eixo tem\u00e1tico convida, entre outros aspectos, \u00e0 reflex\u00e3o sobre as pr\u00e1ticas interacionais e discursivas que marcam e permeiam a l\u00edngua portuguesa e suas variedades, incluindo as l\u00ednguas de sinais, em seu uso cotidiano. Partindo da an\u00e1lise estrutural e formal de fen\u00f4menos lingu\u00edsticos \u2013 por exemplo, de aspectos fon\u00e9tico-fonol\u00f3gicos, morfossint\u00e1ticos ou lexicais \u2013, a pesquisa lingu\u00edstica tamb\u00e9m pode abordar aspectos multifacetados da l\u00edngua, em suas diversas manifesta\u00e7\u00f5es, com dimens\u00f5es sociais, culturais e pol\u00edticas. A intera\u00e7\u00e3o e a comunica\u00e7\u00e3o s\u00e3o pr\u00e1ticas sociais situadas que servem, entre outras coisas, \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o de identidades, de direitos e deveres sociais etc., em situa\u00e7\u00f5es concretas. Isso evidencia que a investiga\u00e7\u00e3o da l\u00edngua, em seu uso interacional e comunicativo, deve ser entendida como um recurso de a\u00e7\u00e3o social. Nesse sentido, o pr\u00f3prio car\u00e1ter pluric\u00eantrico do portugu\u00eas, em sua di-versidade geogr\u00e1fica e social, oferece um campo de investiga\u00e7\u00e3o adequado para analisar a varia\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas de forma estritamente sist\u00eamica, mas tamb\u00e9m nas pr\u00e1ticas sociais de linguagem. Como os\/as falantes tornam relevantes, na intera\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, as normas de uso cotidianas? Que pr\u00e1ticas lingu\u00edsticas e sociais s\u00e3o deslegitimadas? No \u00e2mbito da lingu\u00edstica, pesquisadores\/as se dedicam a compreender, a partir de diferentes perspectivas (por exemplo, sociolingu\u00edstica urbana, an\u00e1lise do discurso, an\u00e1lise da conversa\u00e7\u00e3o), como a ordem social se estabelece na intera\u00e7\u00e3o cotidiana, mas tamb\u00e9m na intera\u00e7\u00e3o institucional. Essas abordagens demonstram que as pr\u00e1ticas lingu\u00edsticas s\u00e3o fundamentais para a constru\u00e7\u00e3o da realidade social (cf. Ostermann 2000, 2002; L\u00e9lia Gonzalez 1983).<\/p>\n\n\n\n<p>Estreitamente ligadas a esses enfoques, outras abordagens, que desenvolvem essas percep\u00e7\u00f5es, demonstraram que as desigualdades sociais tamb\u00e9m est\u00e3o associadas a desigualdades epist\u00eamicas. De uma perspectiva filos\u00f3fica, por exemplo, Fricker (2007) postula que determinados\/as falantes ou variedades seriam sistematicamente deslegitimados\/as como fontes confi\u00e1veis de conhecimento ou de credibilidade (testimonial injustice). A an\u00e1lise de intera\u00e7\u00f5es concretas, bem como abordagens da lingu\u00edstica perceptual, tornam vis\u00edveis os mecanismos pelos quais tais desigualdades s\u00e3o produzidas. Ao mesmo tempo, abrem tamb\u00e9m o olhar para potenciais pr\u00e1ticas emancipat\u00f3rias, assim como para a din\u00e2mica e o desenvolvimento de fen\u00f4menos gramaticais \u2013 por exemplo, no \u00e2mbito da fon\u00e9tica e da fonologia, bem como da codifica\u00e7\u00e3o da modalidade ou da evidencialidade que, no caso desta \u00faltima, podem ent\u00e3o, por sua vez, ser articuladas com a investiga\u00e7\u00e3o sobre o tempo verbal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1reas de did\u00e1tica, estudos da tradu\u00e7\u00e3o e se\u00e7\u00f5es transversais<\/strong><br>No ensino contempor\u00e2neo de portugu\u00eas, as novas tecnologias abrem um campo em que a quest\u00e3o da hierarquiza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica se coloca sob uma nova perspectiva. Algoritmos, plataformas digitais e conte\u00fados multimodais participam da produ\u00e7\u00e3o e da reprodu\u00e7\u00e3o de normas lingu\u00edsticas. Como as rela\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas de domina\u00e7\u00e3o se desenvolvem sob essas novas condi\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas? Dada a estrutura pluric\u00eantrica do portugu\u00eas, \u00e9 necess\u00e1ria uma did\u00e1tica digital cr\u00edtica, que reflita os vieses inscritos nessas tecnologias e promova uma apropria\u00e7\u00e3o consciente e reflexiva (cf. Reimann et al. 2025). A partir dessa perspectiva, o ensino de l\u00ednguas \u00e9 entendido como uma t\u00e9cnica cultural capaz tanto de reproduzir ordens normativas quanto de possibilitar pr\u00e1ticas emancipat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Um campo particularmente relevante nesse contexto \u00e9 o ensino do portugu\u00eas como l\u00edngua de heran\u00e7a em contextos multil\u00edngues (cf. Cunha et al. 2023). Uma abordagem pluric\u00eantrica e intercultural, fundamentada na reflex\u00e3o sociolingu\u00edstica, \u00e9 capaz de legitimar repert\u00f3rios historicamente estigmatizados e de combater a sua desvaloriza\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, os conceitos da Heritage Language Education contribuem para desconstruir hierarquias e criar espa\u00e7os pedag\u00f3-gicos mais inclusivos e emancipat\u00f3rios. A partir dessa tripla perspectiva \u2013 tecnol\u00f3gica, sociolingu\u00edstica e cr\u00edtica \u2013, a did\u00e1tica n\u00e3o se entende apenas como transmiss\u00e3o de compet\u00eancias lingu\u00edsticas, mas como pr\u00e1tica cultural transformadora, que interv\u00e9m diretamente nas rela\u00e7\u00f5es de poder do espa\u00e7o lus\u00f3fono.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista dos Estudos da Tradu\u00e7\u00e3o, o par de l\u00ednguas alem\u00e3o\/portugu\u00eas oferece pontos de articula\u00e7\u00e3o multifacetados: aspectos da tradu\u00e7\u00e3o de textos especializados ou liter\u00e1rios, a media\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica no \u00e2mbito p\u00fablico (tradu\u00e7\u00e3o de documentos oficiais, interpreta\u00e7\u00e3o policial e judicial), mas tamb\u00e9m as l\u00ednguas de sinais e suas variantes espec\u00edficas por pa\u00eds (L\u00edngua de Sinais Alem\u00e3, L\u00edngua Brasileira de Sinais, L\u00edngua Gestual Portuguesa), bem como suas respectivas bases legais. Na pesquisa e na pr\u00e1tica atuais, ganha tamb\u00e9m crescente destaque a integra\u00e7\u00e3o de sistemas de tradu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica (muitas vezes multil\u00edngues) em articula\u00e7\u00e3o com sistemas de IA. Igualmente oferecem espa\u00e7o para pesquisa as contribui\u00e7\u00f5es sobre o uso institucional de produtos de tradu\u00e7\u00e3o para o par de l\u00ednguas portugu\u00eas\/alem\u00e3o (UE, organiza\u00e7\u00f5es internacionais).<\/p>\n\n\n\n<p>O 17\u00ba Congresso de Lusitanistas adota essa perspectiva multifacetada para aprofundar a ambival\u00eancia fundamental das t\u00e9cnicas culturais lingu\u00edsticas e liter\u00e1rias em contextos lus\u00f3fonos. Em conson\u00e2ncia com a concep\u00e7\u00e3o de uma filologia e de uma ci\u00eancia da cultura autorreflexivas, capazes de levar em conta tamb\u00e9m as rela\u00e7\u00f5es de domina\u00e7\u00e3o, o congresso visa revelar os mecanismos de poder na l\u00edngua e na literatura e, ao mesmo tempo, explorar os seus potenciais emancipat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>As l\u00ednguas oficiais do congresso s\u00e3o, como de costume, o portugu\u00eas, o galego e o alem\u00e3o. A Associa\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Lusitanistas (DLV) e a Universidade de Heidelberg convidam pesquisadoras e pesquisadores de diversas \u00e1reas a refletir conjuntamente como as t\u00e9cnicas culturais da l\u00edngua e da literatura participam do estabelecimento e da transforma\u00e7\u00e3o das ordens sociais. S\u00e3o bem-vindas propostas de se\u00e7\u00e3o tanto de pesquisadores\/as experientes quanto de jovens pesqui-sadores\/as e de especialistas na \u00e1rea. Pedimos que enviem suas propostas at\u00e9&nbsp;<strong>30 de setembro de 2026<\/strong>&nbsp;ao presidente da&nbsp;DLV, Prof. Dr. David Gerards (<a target=\"_blank\" href=\"mailto:david.gerards@uni-mainz.de\" rel=\"noreferrer noopener\">david.gerards@uni-mainz.de<\/a>). A partir delas, a diretoria da&nbsp;DLV, em conjunto com a equipe organizadora local, selecionar\u00e1 at\u00e9 12 se\u00e7\u00f5es, reservando para si o direito de, se necess\u00e1rio, propor tamb\u00e9m a fus\u00e3o de se\u00e7\u00f5es. O congresso ser\u00e1 realizado como evento presencial. Restringiremos a possibilidade de palestras individuais em formato online nas se\u00e7\u00f5es, que somente ser\u00e3o poss\u00edveis mediante solicita\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, permanecendo, contudo, limitadas a exce\u00e7\u00f5es justificadas. A participa\u00e7\u00e3o presencial dos\/das coordenadores\/as de se\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria. Ao enviar sua proposta de se\u00e7\u00e3o, indique desde j\u00e1 um\/a potencial convidado\/a (no caso de convites a palestrantes de fora da Europa) ou dois\/duas potenciais convidados\/as (no caso de convites a palestrantes da Europa), para cujas despesas de viagem voc\u00ea solicita financiamento. Anexe \u00e0 sua proposta um breve curr\u00edculo (aprox. 5\u201310 linhas), bem como um poss\u00edvel tema de palestra ou uma justificativa da rela\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica e da relev\u00e2ncia do\/a convidado\/a (ou dos\/as convidados\/as) para a sua se\u00e7\u00e3o.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>17\u00b0 Congresso de Lusitanistas, 4.-6.10.2027, Heidelberg T\u00e9cnicas culturais de estabelecimento da ordem social Uma constante antropol\u00f3gica do ser humano consiste no fato de que conquistamos o acesso ao mundo que nos rodeia por meio da linguagem. Atrav\u00e9s dela, n\u00e3o apenas&hellip;<\/p>\n<p class=\"more-link-p\"><a class=\"more-link\" href=\"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/lusitanistentage\/heidelberg-2027\/\">Read more &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":43,"featured_media":0,"parent":16,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2553","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2553","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/43"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2553"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2553\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2564,"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2553\/revisions\/2564"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/16"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/lusitanistenverband.de\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2553"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}